[00:00] O que você quer ser quando crescer? Eu quero ser explorador de axila. Sim, isso é um trabalho de verdade. Algumas empresas contratam pessoas para tirar axila e descobrir se os desordenantes realmente funcionam. [00:12] Eu imagino que isso deva ser o único jeito. Aí, voluntários passam o produto, esperam algumas horas e esse profissional vem e sai. E você, quando pensa na NASA, deve pensar em astronauta, [00:24] um gato, Marte, Estê, sei lá. Mas na NASA também tem explorador de coisas profissionais. Pelo menos não é a fila de astronautas. Um cara chamado George Aldrich ficou conhecido como o cheirador de coisa chefe da Náutica. [00:37] E ele tinha uma equipe de 25 pessoas que também faziam a mesma coisa. Eles precisavam cheirar praticamente tudo que ia pro espaço. Porque como os astronautas não podem simplesmente abrir a janelinha pro fedor se disputar, qualquer coisa que se desse lá dentro ia ficar perdendo basicamente pra sempre. [00:52] Então eles precisam garantir que tá tudo ou sem cheiro ou pelo menos cheirosinho. Antigamente os reis tinham um funcionário que ajudava eles a ir no banheiro Esse funcionário cuidava do pinheiro e dava toalhinhas pra ele utilizar [01:04] E acompanhava até a ir de reino dele depois que ele fazia as necessidades É basicamente um Só que profissional O mais engraçado é que os reis mandavam no pai inteiro Mas limpar a bunda sem ajuda [01:17] Ali é demais No século XIX tinham pessoas que ganhavam dinheiro Deixando sanguessugas morder as pernas delas A profissão dessas pessoas era literalmente entrar num pântano e deixar a sarninha ali assim esperando o bicho vir e ir. [01:30] Mas pra quê? Pra coletar as sanguessugas porque elas eram vendidas em farmácias, porque eram usadas em tratamentos e valiam muito dinheiro. Só que as pessoas mais ricas compravam as sanguessugas e as pessoas mais pobres precisavam ir lá buscar botando a própria perna como isso. [01:45] Em algumas cidades existem pessoas que ganham dinheiro pra guardar lugar em fila. Elas basicamente ficam na parte de casa, de show, mercado, etc. qualquer coisa que esteja lotada E essa n uma profiss bizarra do passado ela existe at hoje Sabe o que existe no Brasil No Jap os metr tem um funcion conhecido como o CIA que s basicamente empurradores de pessoas no trem [02:06] É isso mesmo. Nos horários de pico, algumas plataformas de tempo de metrô ficavam tão cheias no Japão que os passageiros simplesmente não conseguiam entrar porque não dava tempo. Aí a solução podia ser pedir pras pessoas esperarem, ter mais trem, sei lá. [02:18] Mas não, contrataram uma pessoa pra empurrar as pessoas pra dentro do trem e aí caber todo mundo. Não, tá caguinha. Mas tá aqui. Agora, uma das profissões mais bizarras desse vídeo pra mim é o chorador profissional de velório. [02:32] Isso era muito comum na Roma Antiga, mas existe até hoje em alguns países. São pessoas que literalmente não conhecem a pessoa que morreu, mas vão lá no velório pra chorar e fingir que estão muito tristes pra pessoas que nem se eram muito queridas. [02:45] Importante, respeitada. Nem se pediu, mas enfim. E a dúvida é, você escolhe isso em vida ou são seus parentes que falam, Olha, não, aqui não vem ninguém Vamos ter que contratar mais ou menos uns 3 atores Pra se debulhar de falar isso [02:57] Eu gostaria de saber No meu velório eu não quero juradores profissionais Tá bom? E uma coisa que eu não imaginava que eu seria quando crescesse É a escritora Eu nem sabia se eu ia saber escrever Mas eu ganhei E esse aqui é o meu primeiro livro [03:09] Nem tem 50 desafios que você precisa completar pra vencer o livro E por isso eu duvido que você vai conseguir terminar ele Mas se você acha que consegue Aponta a câmera do seu celular pra ir e escreve com o link aqui ou clica no produto linkado nesse vídeo. [03:21] Inclusive nesse desafio você faz uma carta pro seu eu do futuro, e aí você pode falar qual profissão esquisita você acha que vai ter. Não precisa ser esquisita, mas sim. E uma dica de profissão muito legal que você pode ter é testador de toboágua. [03:33] Parece ser muito divertido, só que o trabalho não é só ir no parque aquático e ficar descendo no toboágua sem filo o tempo inteiro. Esse testador precisa avaliar coisas como segurança, velocidade, e aí imagina fazer isso o dia inteiro com água entrando no seu nariz. [03:46] Fora o risco de o toboágua não estar muito legal das ideias, E diz-me um caso, vocês sofreram um acidente de trabalho Meio chato Parabéns, você foi selecionada pro emprego E come amanh como cortador de gelo E n cortador de gelo daquela galera da hora que fica esculpindo Antes de inventarem a geladeira as pessoas tinham em casa um arm gelado S que obviamente n tinha tomada [04:06] E aí pra funcionar e ficar gelado tinha um bloco de gelo gigante. E quem conseguia esse gelão? Os tadinhos da Silva que iam até lagos congelados. Marchavam os blocos enormes e cortavam o pedação de gelo com serras super perigosas e pesadas. [04:22] A noite da serra era super perigoso porque o gelo podia rachar do nada e cair em cima de você. Além de você correr o risco de cair na água, congelante, morrer afogado, de hipotermia, meio que de penique da serra. Então vai lá na cozinha e agradece que essa geladeira existe, tá? [04:36] Também temos os abraçadores profissionais. Ah, que fofo. Que são pessoas sagas pra fazerem sessões de abraços. Eles existem pra pessoas que estão solitárias, estressadas ou que querem carinho. E esse é o tipo de esforço, gente. [04:48] Hoje em dia você tem o seu despertador que você tem e que não ouve. Mas antigamente algumas pessoas pagavam pelo despertador humano Que era literalmente uma pessoa responsável por acordar o outro Que ficava passando na porta ou na janela com uma vara enorme fazendo tal, tal, tal, tal, tal [05:04] E ficava batendo até os belos adormecidos acordarem E aí a minha pergunta é quem acordava o despertador humano? Um despertador que acordava o despertador humano e aí fica assim Não sei, eu acho que deveria existir isso hoje em dia [05:16] Mas pra quando você não consegue acordar com o seu celular que tocou 30 vezes Aí vai lá uma pessoa te estacolhar até você tirar a bunda da cama Geralmente é a coitada da mãe que faz isso, né? Que nem é paga pra função Mas se você tá assistindo esse vídeo e pensando [05:28] Muita vida, mas o meu sonho é ter uma serena profissional, Joana Eu só queria ter uma serena Pois hoje seus sonhos serão realidade Porque isso existe Elas trabalham em aquários de hotéis E basicamente botam uma caldona enorme de pente [05:42] E começam a nadar Mas não é um trabalho fácil, tá? A pessoa precisa treinar mergulho Prender a respiração por muito tempo ser muito forte porque a cauda é super pesada e ainda ficar sorrindo com os olhos abertos embaixo da água [05:55] sendo super simpático. Deve ser por isso que a pequena seria com o filme inteiro querendo ser perna n Coitada Cara esse era um dos meus sonhos de trabalho sabia Eu gostava muito de sereia E a quando eu era crian eu tive um momento ali que eu tive um hiperfoco em caldas de sereia [06:09] E aí eu queria uma calda dessas assim, que pesa 20kg. Só que obviamente eu era uma criança, eu não tinha esse dinheiro também, que é muito caro. E aí eu fiz uma calda cortando a perna de uma calça legging, costurando ela assim. E pé de pato, que eu também colei junto. [06:22] Ficou uma merda. O seu pai, ele trabalha com o quê? Ah, ele é caçador de rato. Durante muito tempo existiu essa profissão, só que não é tipo o dedetizador. Eram pessoas pagas pra literalmente encontrar ninhos e ratos e botar armadilhas até o bicho ir de volta. [06:38] E essa profissão existiu por muito tempo porque o senhor Mickey Mouse estava destruindo alimentos e ajudando a espalhar muitas doenças. Agora, uma profissão que eu nunca parei pra pensar que existe é o redator de Biscoito da Sorte. [06:50] Mas deve ser muito bom porque deve ser um negócio cheio de positividade e amor, né? O biscoito da sorte tem o biscoito da sorte ruim, que é tipo assim, amanhã você vai tomar cagal, é o que é. O biscoito do azar. Um cara chamado Donald Law passou 30 anos escrevendo mensagens pra uma empresa que fabricava o biscoito da sorte. [07:06] Então imagina que atividade que você tem que ter. Na Índia, existe a profissão transportador de marmita. Mas Juliana, já existe o aplicativo de delivery. Calma, não é bem assim. Eles passam nas casas, pegam as marmitas, levam até o trabalho da pessoa, [07:20] Aí depois que almoçam, eles buscam a mamita e levam ela vazia de volta Que a casada é mais fácil de levar, tipo, na lanceira Durante 99 anos, os Estados Unidos tiveram uma profissão testador Que era trabalhar com a idade de todos os chás que entravam no país [07:35] E eles basicamente tomavam o chá, falavam Hum, bom Ou hum, esquisito E aí encostiam Não, eles nem bebiram o chá Não dava nem pra desestressar Que nem eu fiz nesse vídeo testando o objeto satisfatório [07:48] Faça logo assistir porque eu me desestressei Acho que você vai se desestressar também E até o próximo vídeo