I Broke My Arm in the Dumbest Way
45sThe relatable and humorous story of breaking an arm in a ridiculous way, with a mother's intuition warning, makes for a highly engaging and shareable clip.
▶ Play Clip"The title promises absurd stories and delivers exactly that, though the content is padded with reactions and tangents."
In this video, the creator reads and reacts to absurd and embarrassing stories submitted by their subscribers. The video features two main stories: one about a subscriber who broke his arm in a ridiculous bike accident, and another about a subscriber whose secret crush was exposed to the entire school through a failed anonymous love letter.
The creator introduces the video as a reading of the most absurd stories from subscribers, inviting viewers to submit their own stories for future videos.
João Victor tells how he broke his arm after ignoring his mother's warning not to go biking. He and friends put a card in the bike wheel to make a motorcycle sound, then attempted to jump a curb, leading to a crash and a broken arm.
Despite the pain, João Victor enjoyed the attention at school the next day, with everyone wanting to sign his cast. He admits it wasn't worth it but found the experience somewhat cool.
The creator shares his own childhood dream of breaking an arm to get a cast and be popular at school. He eventually tripped over a dog's leash and fractured his wrist in two places, but got a splint instead of a cast, disappointing him.
Marcelo tells how his secret crush on Lavínia was exposed at a school festa junina. He wrote an anonymous love letter, but the delivery girl posted a photo of it in the school group, revealing his identity and causing embarrassment.
Lavínia saw the letter and talked to Marcelo, laughing about it. They conversed but nothing came of it, though it broke the ice. The creator jokes about the situation and wishes both well.
The creator asks viewers to comment which story they liked best, subscribe for more, and watch another video with similar stories. He also invites viewers to submit their own stories via email.
The video is a lighthearted compilation of embarrassing subscriber stories, emphasizing the humor in awkward childhood moments and the importance of listening to one's mother. It ends with a call to action for viewers to engage and submit their own stories.
Mother's Intuition
Highlights the common theme of maternal intuition and the consequences of ignoring parental advice.
00:52Silver Lining of Injury
Shows how a negative experience can have a positive social outcome, reflecting on childhood priorities.
03:35Childhood Dreams
Reveals the absurdity of childhood aspirations and the desire for social validation.
04:01The Power of Social Media
Demonstrates how quickly private moments can become public in the digital age, especially among peers.
08:32[00:00] Vou atingir, bem um pouco demais, porque hoje a gente vai ler as histórias mais absurdas que já aconteceram na vida dos meus inscritos. Eu pedi pra vocês me mandarem as suas histórias e hoje a gente vai ler elas em vídeo. Eu espero que não venha nada absurdo, mas provavelmente vai ver.
[00:14] E eu te dei uma guia pra você mandar as suas histórias se você quiser que eu leia ela no próximo vídeo. Enfim, bora para as histórias. Ai, ai. Título da primeira história, eu quebrei o braço andando de bicicleta. Acho que tem promissor. Mano, vou contar a história mais idiota que já aconteceu comigo.
[00:28] Meu nome é João Victor, tenho 3 anos e o bagulho foi épico no pior sentido possível Cara, eu amo histórias de quebrar o braço A história como eu quebrei o braço é extremamente ridícula Posso contar no fim dessa história, mas enfim
[00:40] Vamos ver a história do João Victor Tava eu de boa em casa, do nada meus amigos bateram aqui e falaram Vamos andar de bike, tá aí normal Eu obviamente falei que sim, né? Todo mundo junto, é bem Daí, eu fui... Se já tá doendo, tá?
[00:52] Daí, eu fui pedir pra minha mãe e ela falou pra não ir Eu tô lendo meio que nem idosa Tô com dificuldade com as gírias Mano, ela é mais de boa normalmente Mas naquele dia, sei lá o que deu nela É intuição
[01:04] A mãe nunca falha Ela sabia que você ia voltar sem eu dar Mas naquele dia, sei lá o que deu nela Fui conoiada e falou que não era pra eu ir Eu disse o que, falei que ia ser rapidinho Que os caras estavam esperando E o que eu fiz foi do mesmo jeito
[01:17] Com o filme que eu tinha que ter da hora Esse é o seu sinal pra você escutar sua mãe Que ela nunca falha A gente começou a andar tudo baixo E como a gente é tudo criança Pegou uma guatinha vazia e colocou no pneu pra fazer barulho de moto e ficava aqui com as bocas de barulho alto
[01:29] boca suja não seja assim, cacique alguém se sentindo um verdadeiro motoqueiro mó feliz daí do nada o paluzão, que é um dos moleques olhou pra uma calçada que tinha um degrau grandão e desafiou o Pedrinho a pular mas que ideia
[01:41] pelo amor de Deus é óbvio que você ia quebrar o braço você tem sorte de que não foi o pescoço volta pra história ressaltei mano, ele foi tão rápido que quando desceu bateu a barra a barriga com tudo no guindão
[01:54] O moleque ficou roxo, caiu da bike e começou a chorar Óbvio, óbvio que ele começou a chorar Eu chorava mais A gente rachou o bico de risco Eu tô te julgando por dar risada, então eu não posso dar risada Então, sério, a cara de durdinha era tão absurda que não dava pra não rir
[02:08] Cara, nossa, vocês são grandes amigos Daí, eles vieram pra mim e falaram É agora a tua vez, JB É a primeira vez que eu vejo os long-diggers sendo chamados de JB Eu fui, só que eu fui devagar Achando que ia ser mais de boa Só que, mano, eu fui devagar demais
[02:21] Os dois extremos Na hora de descer, a roda da frente desceu primeiro. Gente, eu não vou visualizar. A roda da frente desceu primeiro. A bike virou e eu só... Ok, tá. Consegui visualizar a situação. Fiquei com o bra preso Ai Fiquei com o bra preso na bike E eu vi o estrago Ah Quebrou Na hora n deu nada S que eu fiquei olhando pra bike e pensei calma s gente t com medo da pessoa
[02:42] Calma só. Daí, um segundo depois, começou a ver muito. Pra gente estar com a gente pegando. Eu tenho um problema. Eu tenho um problema. Sabe aquelas pessoas que vêem sangue e aí elas maiam? Eu não tenho problema com ver sangue. Tanto eu tenho problema com ouvir relatos ou ler relatos desse tipo.
[02:57] Eu já esmaiei lendo um livro. Então, se você não é agora, você sabe o que foi, tá? É a culpa do João Victor Minha mãe teve que me buscar de carro Tô me limitando, né? Tô me limitando Meu corpo foi emocional Minha mãe teve que me buscar de carro pra me levar no hospital
[03:10] Mano, o caminho inteiro, ela não parava de falar Eu a vivei Falei pra Ana Willing, viu no que deu? Bem, bem, bem, não, não, não, não, não Coitada, quebrou o braço Mas, escuta sua mãe A sua mãe viveu 30, 40, 50, 60 anos
[03:22] Não sei quanto sua mãe tem de idade Mas ela viveu mais que você Escuta, velha Ela sabe o que ela tá falando Eu só ficava quieta com o braço do Enzo Pensando que realmente a velha tinha avisado Mas sabe o que foi da hora? No dia seguinte fui pra escola com um gesto! Isso é da hora!
[03:35] Todo mundo queria assinar! Fiquei famoso por uns dias e parecia que eu era o cara mais da hora da escola! Valeu a pena? Não! Claro que não! É horrível quebrar o braço! Quebrar o braço foi a única parte! Mas pelo menos foi da hora essa parte! Cara, genial! Eu vou emendar na história de como eu quebrei o braço porque foi ridículo!
[03:49] Ridículo! Criança é um negócio meio burro! Eu pelo menos não era uma criança no meu futuro! E aí eu tinha alguns sonhos! Por exemplo, usar óculos, usar aparelhos, quebrar o braço... É o tipo de coisa que você vê as pessoas dando pra falar Que foda
[04:01] Que doura Então o meu sonho era quebrar o braço Pra justamente chegar na escola E todo mundo Ah, ia assinar As pessoas podem assinar Colete caderno Podem assinar Camiseta, mas não Eu queria ir no dia Aí, não propositalmente
[04:13] É óbvio Um dia eu estava na casa das minhas primas Tinha uma escada É minha escada, né? É sempre a escada o negócio Tinha uma escadinha Pequenininha Assim, dois degraus Ridícula De cimento Aí estava eu lá Pimpona, brincando com as minhas primas Tá, tá, chega
[04:25] E tinha um cachorro Esse cachorro é importante O cachorro estava preso na grava. O Marco Oléa estava preso na coleira. Não sei por que. E eles estavam aqui. Zanzang. Aqui estava o cara. Aqui estava o cachorro zanzang. Eu estava em cima da escada. O que eu pensei? Vou pela esquerda, porque o cachorro está na direita.
[04:38] Se eu for na direita, eu vou trupecar no cachorro e vou quebrar os braços. Enfim. Desci o degrau, achando que iria me acorcer o cachorro na velocidade da luz e do som, multiplicada por 15. Deu a volta, trupequei no cachorro, na coleira do cachorro, pá!
[04:52] Ouviu o estralo, como disse João Vítor. A minha mãe pegou pra me buscar de noite. Eu falei assim, né, aconteceu alguma coisa com o seu braço? Aí ele falou, não, mas por quê? Ele falou, porque o seu braço está do tamanho de uma maçã gigante E o outro está normal Aí eu falei, não, mas tá tudo certo
[05:05] E ele olhando pro meu braço assim, meu braço ficou tão puxado Ent cara isso t tudo certo E ele falou n a gente vai pro hospital A em resumo tinha trincado o pulso em dois lugares Dois ent basta um dois E a eu falei cara Ruim quebrar o bra Mas pelo menos eu vou colocar aquele gesso
[05:18] Que eu sempre quis E era o sonho da minha vida De, ai, todo mundo vai poder assinar E eu vou ser muito legal na escola Colocaram uma sala daquelas que é com gás E não dava pra assinar Não era gesso Não valeu a pena Nem se fosse gesso teria valido a pena
[05:30] Mas pelo menos assim Teria tido algum lado positivo Não sei Então quebrem o braço Próxima história Todo mundo descobriu a menina que eu gostava Lá vem E aí, Juliana? Aqui é o Marcelo, que em 5 dias eu sou de ST Abraço, ST
[05:42] Então, vou contar a história que aconteceu comigo E que virou piada da escola inteira na época Já que todo mundo ficou sabendo na hora Não tem problema contar pra você, né? Afinal, que são 30 pessoas de uma escola E 12 milhões do YouTube
[05:54] Fala a mesma coisa Hoje em dia, já tô de boa com isso Inclusive, a menina acha engraçado E todo mundo aqui quando lembra Cara, eu tava torcendo pra falar que, sei lá Que vocês namoram e assim Não aconteceu Não fique, né? Eu já tô namorando com a pessoa
[06:06] Perdão Perdão pra sua namorada Desculpa Eu te peguei com outra menina Perdão, namorada E ela também Essa é uma engraçada situação Mas na época, mano Foi muito isolado
[06:18] Enfim, vamos lá Tudo aconteceu Numa festa junina da escola Nada bom Sai de festa junina Nada, nada Na minha escola Tinha um negócio Que era prisão Prisão, é? Funciona como Aparentemente tradicional
[06:30] De festa junina Você paga Uma quantia de dinheiro Aí vai o policial e prende alguém que você pede pra ele prender e aí as pessoas que sabiam de quem as pessoas gostavam prendiam as pessoas junto com o crush e não era uma situação de
[06:42] ai que legal, nossa, estou do lado do meu crush era humilhante porque a pessoa estava assim e você estava assim e era humilhante enfim, vamos lá tudo aconteceu numa festa de menina da escola estava eu e meus amigos lá comendo paçoca
[06:54] tentando acertar aquela gargola apresentação, preciso poder me realizar melhor aí do nada eu vi uma fila gigante perto de uma mesa enfeitada e perguntei o que era Um amigo meu falou, é correio elegante E eu amo correio elegante Vocês escrevem uma carta pra alguém e entregam pra pessoa
[07:08] Eu não sabia ideia do que era aquilo Nunca tinha visto em casa de menina que tivesse isso Eles explicaram que era tipo você se declarar pra alguém E simplesmente vai falar pra pessoa pessoalmente É engraçado, eu sou pessoalmente Mano, na hora eu pensei, genial Porque eu tava afim de uma menina que eu tinha tempo
[07:21] A Lavínia, Lavínia, desculpa Mas nunca tive coragem de pegar nela Medo de tomar fome, ficar com vergonha, essas coisas O caso é um perfeito, né? Aí eu fui com os meus amigos lá na mesa do correio, elegante, eu quase li o correio de tempo.
[07:34] Cada um pegou um papel e foi escrever a sua. Eu lembro que meu coração tava acelerado, porque eu tinha que fazer algo legal. Queria falar algo legal, mas sem ser muito emocionado também. No final eu escrevi um bagulho simples bem gen falando que achava ela bonita e tal Eu acho que cada um mandou uma carta pra uma menina diferente mas n tenho certeza S que a vem o problema Eu escrevi minha cartinha dobrei e na capa do lado de fora coloquei pra Ladinha que linda
[07:54] Ok, pelo menos eu não tenho o risco de, sei lá, entregar pra pessoa errada. Sim, escrevi isso e entreguei. Parecia uma boa ideia na hora, inclusive achei que eu tinha mandado bem tão, também passando. Até agora eu tô achando assim. Ó, gente, aí eu não corri o risco de desorganizar e mandar pra pessoa errada.
[08:08] Quem vai saber que foi você? Pior do caso, a Ladinha vai acertar a pessoa bonita e também vai falar que ela é bonita. Mas não entendo como o esporte tá errado A gente continua andando pela festa, comendo de boa Do nada, eu percebo que um monte de gente Tava olhando pra mim e rindo
[08:20] Aí meus amigos vieram correndo e falaram Mano, você precisa ver o grupo do ar Eu abri, meu Deus A menina que tava entregando as cartinhas No correio ligante Viu uma foto da minha carta E postou no grupo da escola Ela escreveu Não sei pra quem entregar essa carta
[08:32] Alguém entende a letra dele? Que linda Amigo, faz uma caligrafia Um caderno de caligrafia Não é possível Não é possível que não deu pra ler o nome lá O Vinha Mano, a letra tava super fácil de ler, e pior, uma menina respondeu na hora, foi o Marcelo, e a linda ela vinha
[08:46] O coelho e o leitante tem o simples objetivo de ser anônimo e você vai lá e estraga Ó, então pro pessoal já fica o Brasil da frente Pronto, a cidade inteira sabia A cidade inteira sabia? Ou a sua escola é um pouco grande demais, e os seus alunos da sua escola são um pouco pequenos
[09:01] Ou você mora numa cidade muito pequena Eu fiquei olhando pro celular travadaço e minha cara começou a ver A gente é uma... Eu fiz o bagulho justamente pra mostrar a fala na cara dela, sim E a menina foi lá e colocou no grupo pra geral Sim, vai acabar Eu tô com respeito Fiquei sem reação na hora
[09:13] Só queria ir embora Eu tô querendo ir embora E eu tô na minha própria casa Eu tô querendo ir embora No final, a Lavinha viu, obviamente E veio falar comigo Ela riu da minha cara Merecido Mas foi de boa até A gente conversou Não deu em nada na época Mas pelo menos quebrou o gelo
[09:25] O tenso mesmo não foi como o moleque da sala Mas enfim, passou Pelo menos, sei lá Ela não namorava Ou não tinha alguém que também tava com ela Se não, poderia ser três vezes mais rápido Você tem que pensar nos lados positivos da vida Você não apanhou Você não quebrou o braço
[09:37] Por exemplo Enfim, é isso. Espero que você leia no próximo vídeo. Tá lido? Valeu, cara. Não tenho nada positivo pra te falar. Que situação de merda, gente. Não, mas que bom que deu tudo certo. Que bom que você tá com uma pessoa que você ama, Lindy. Viva o amor, viva o relacionamento.
[09:50] Espero que Lasinha também encontre o amor da vida dela, e que eles vivam felizes e possam rir dessa história quando verem isso nesse vídeo. Espero que você não tenha que fazer muitos anos de terapia depois disso também. Enfim, e é você que decide qual dessas histórias foi a melhor.
[10:04] Se você acha que foi a primeira, comenta aqui. Mas se você acha que foi a segunda, se inscreve no canal. E se você quer ver outra história bizarra, assiste esse vídeo aqui, em que eu conto outras duas histórias um pouco vergonhosas e expeditas de dois inscritos meus.
[10:16] E não se esquece, se você quiser que eu leia e reaja a sua história aqui no canal, manda ela no e-mail históriasdilmafra.gmail.com Até o próximo vídeo!
⚡ Saved you 0h 10m reading this? Transcribe any YouTube video for free — no signup needed.