Ghost at Funeral Turns Out to Be Prankster
49sThe twist ending where the ghost is actually a prankster who filmed the reaction is unexpected and hilarious, perfect for shares.
▶ Play Clip"The title promises bizarre subscriber stories, and that's exactly what you get — no bait-and-switch, just pure entertainment."
The video features the creator reading a series of bizarre and humorous stories submitted by subscribers. Each story involves an awkward or strange situation, from a funeral prank to a mistaken identity in a clothing store, and a school prank involving a magnet. The creator reacts to each story with humor and commentary, creating an entertaining and engaging experience.
The creator introduces the video by promising to read bizarre subscriber stories, setting the tone for the content.
A subscriber recounts attending a funeral where a stranger told him to 'enjoy life.' Later, he discovers the stranger was the deceased, and the whole thing was a prank filmed by the deceased's brother.
The subscriber was so shaken by the experience that he couldn't sleep for four days and had to see a psychologist.
A woman shares a story about trying to sneak up on her mother in a clothing store, but accidentally startling a 60-year-old stranger instead. The stranger dropped her belongings and screamed, causing a scene.
The woman's actual mother was watching from across the store and found the whole situation hilarious, laughing all the way home.
A student accidentally sends a gossip voice message about a classmate to the class group chat instead of her best friend, leading to public embarrassment.
The classmate responded with 'Valeu, tô sinceridade' (Thanks, I appreciate the honesty), and the student was mortified.
A school experiences a wave of lost AirPods, which are found scattered around. A student discovers a pattern: all the victims had visited the same booth at the school fair.
The culprit had hidden a powerful industrial magnet in a pipe at the fair booth, causing AirPods to fall out of pockets. The magnet was taken from his father's factory, causing significant damage.
The creator wraps up the video, joking that his subscribers are not normal and promoting another video.
Perception vs. Reality
The funeral prank shows how our initial interpretation of events can be completely wrong, leading to lasting psychological impact.
00:49Mistaken Identity
The clothing store incident highlights the importance of verifying identity before acting, a lesson applicable in many social situations.
02:43Digital Communication Pitfalls
Sending a message to the wrong group is a common mistake with serious social consequences, emphasizing the need for careful digital communication.
06:10Consequences of Pranking
The magnet prank caused significant financial damage, illustrating that even seemingly harmless actions can have serious repercussions.
10:25[00:00] Vocês pediram e aqui estou! Hoje eu vou ler mais histórias dos meus inscritos E cara, aparentemente a vida de vocês é um filme Porque a produção separou mais algumas histórias e elas são bem bizarras Pelo título, dá pra perceber
[00:13] Então vamos lá? Primeira história Quando eu vi o fantasma, era só um irmão Esses dias eu tinha ido num funeral do amigo do meu pai e não queria ir Então fiz pelo encanto Cara, inclusive, eu odiava ir em funeral Quer dizer, ninguém gosta de ir em funeral
[00:25] Mas nossa, era uma experiência, tipo... Não sei como reagir Encontrei isso, um cara passou por mim e falou Aproveite a vida, pois eu não aproveitei Até aí, tudo bem Aí meu pai me chamou pra ir lá chorar
[00:37] Meu pai me chamou pra ir lá chorar Quando eu vi o caixão, era o mesmo cara que falou comigo Mano, já era bizarro que ele falou, tipo, aproveite a vida e tudo mais Não dormi por quatro dias e fiz psicólogo
[00:49] Justo E aí descobri que o desgraçado filmou Era tipo Cara, mas o filme dele fez maldade, né? Ele falou, essa criança aqui Se a criança claramente não queria estar no funeral do meu irmão que eu tanto amo
[01:01] Vou estragar a vida dele Gênio, gênio, gênio História curta mesmo, gente A próxima história A coisa mais constrangedora que já me aconteceu na vida inteira Promissor, tá?
[01:13] Gente, eu preciso contar isso Porque tá me consumindo por dentro faz dias E eu não aguento mais guardar Cuidado, não confesse nem em mim, por favor Então, era sábado e eu fui ao shopping com minha mãe Porque ela precisava comprar umas coisas E eu fui junto, porque não tinha nada melhor pra fazer em casa
[01:26] Chegamos lá e ela entrou numa loja de roupas dessa loja que mães adoram ir, sabe? Tem uma música baixinha, cheio de perfume e roupa dobrada em todo lugar. Aí eu descobri que eu aparentemente virei uma mãe sem ter filhos. Pessoal adora esse tipo de loja. Eu também odiava ir, não sei em que momento que eu comecei a gostar, enfim.
[01:40] Eu obviamente não queria entrar porque ia ser chato demais. Ou seja, as duas histórias têm a mesma base. Não queria ir no funeral e no shopping com a mãe. Estreitos iguais. Então eu fiquei sentada num banco do lado de fora mexendo no celular esperando ela terminar.
[01:53] Que era lá, tipo, uns 20 minutos. Eu tô louco? Rápido, eu tô louco. Aí eu olhei pra dentro da loja pra ver se ela já tava perto de terminar. E vi ela lá dentro do fundo, perto dos provadores, de costas pra mim. Olhando pra Marara de novo.
[02:05] Aí bateu aquela vontade, sabe? Não sei. Vontade de fazer cocô? Do provador? Aquela vontade idiota que bate às vezes sem motivo nenhum. Bem sem. Vou lá assustar ela, vai ser engraçado. Espero muito que você não tenha mandado sua mão em Portugal.
[02:17] Me levantei, guardei o celular no bolso e entrei na loja bem devagarinho. Fui de antes pra Marara sem fazer barulho. Nossa, eu tô meio gripada. E todo dia eu ficava meio gripada, eu ficava meio burra Eu me batizava em ele, tipo, desviando de várias araras vazias, assim
[02:30] As araras assim E ele assim Não tô bem, gente Eu tô com fome Passando entre outros clientes, tentando não chamar atenção Cheguei em pertinho, pertinho dela, tipo, uns 10 centímetros Respirei fundo e gritei
[02:43] Com tudo que tinha dentro de mim Gente, a mulher se virou Não era minha mãe Era uma senhora de cabelo branco de uns 60 anos com E tudo que ela tinha na m caiu no chifre Como voc confundiu sua m com a senhorinha de 60 anos cara Tadinha meu Deus eu queria comprar roupa coitada A bolsa caiu as roupas que ela tava segurando ca ela deu um grito t alto que duas funcion da loja vieram correndo e o seguran que tava do lado de fora entrou na loja
[03:13] Meu Deus do céu, espero que você não tenha sido preso. Todo mundo na loja parou e olhou pra mim, fiquei parada no meio da loja completamente congelado, sem conseguir falar uma palavra sequer. A senhora ficou com a mão no coração e me olhando em frente àquele esquilo O segurança chegou ao meu lado e perguntou o que tinha acontecido
[03:28] Eu só consegui abrir a boca e falar Eu achei que era minha mãe Com uma voz fininha, que nem minha era O segurança também, meu, sério A senhora me olhou, as funcionárias me olharam E aí eu ouvi uma risada atrás de mim Era minha mãe!
[03:41] Imagina que épico seria se a sua mãe soubesse Do seu caráter duvidoso de assustar e dólar-se E tivesse olhado essas senhoras e falado Senhora, troca de roupa aqui comigo rapidinho, eu sei que meu filho vai tentar me assustar, eu quero ensinar uma lição pra ele.
[03:55] Imagina que engraçado. Não foi o caso, provavelmente, mas seria isso. Minha mãe tava do outro lado da loja há um tempão, já com um monte de roupa no braço, me assistindo a fazer tudo isso sem falar nada.
[04:07] Eu olhei pra ela, ela tava vermelha de tanto rir. Pelo menos as mamães iam engraçado, porque também poderia ter o cenário em que tudo isso acontece e ela parece com um chinelo na mão e fala Oi, tudo bem? Eu pedi desculpa pra senhora umas quatro vezes
[04:19] Ela ficou me olhando sem graça ainda com o mundo do coração Tadinha Que fada, ela não tinha nada a ver com a história Ajudei a apanhar as roupas do chão O segurança ficou me olhando até eu sair da loja Fui embora com a minha mãe andando rápido sem olhar pra trás
[04:32] No carro, ela riu o caminho todo pra casa Chegamos em casa e ela contou pro meu pai Meu pai riu, contou pro meu irmão Meu irmão riu Já faz duas semanas minha mãe ainda conta essa história pra toda a gente que apareceu em casa Eu sou fico do dia
[04:44] Nunca mais volto naquela loja Eu não sei o que eu estou fazendo É muito bom que você está sofrendo muito Porque sua mãe, seu pai, seu irmão estão te zoando E agora eu estou contando para aproximadamente 15 milhões de pessoas
[04:57] Que também vão rir Ai, mas eu acho que é uma vingança justa Que você tenha assustado uma idosa, cara Não vou te assustar, idosa Cara, mas tem que olhar para um lado bom Você ia só assustar sua mãe E sua mãe ia falar Ah, e acaba aí
[05:09] Mas não, deu tudo errado Sim, você está sendo zoado bastante Mas todo mundo se divertiu muito com essa história Sua família inteira, eu e todos os professores que estão vendo esse vídeo Próximo, cara Oi, Gil Vou contar o maior mico da minha vida
[05:21] Aconteceu semana retrasada O maior mico da minha vida Eu tava na escola, né? E tinha acabado de sair da aula A Amy foi mandar um áudio pra minha melhor amiga Contando um babado enorme Sobre o menino da sala Tipo, eu tava falando tudo Sem filtro nenhum
[05:33] Por que você não escreveu o babado nesse e-mail? Posso saber? Eu queria saber a história junto com o falado Por favor, me mande outro e-mail Quero saber Eu não quero te contar aqui Eu só quero saber o que aconteceu Que eu tô com um pouquinho Mas eu tava muito ensoldada Comecei o áudio assim
[05:45] Amiga tu n sabe o que aquele menino rid fez hoje Ele se acha ou bonito mais se foi lindo Falei que ele era mentido que pagava de de engra ningu via E eu n aguentava mais ver Detalhe eu tava rindo imitando a voz dele fazendo drama
[05:58] Tipo um áudio de quase dois minutos, assim pouco. Principalmente se tinha fofoca envolvida pra contar a história inteira. Porque pra você falar isso, ele provavelmente fez alguma coisa meio absurda, né? Eu acho que eu não tava fazendo isso de graça. Quando eu terminei, mandei no cinema e olhei direito.
[06:10] Uns 10 segundos depois, silêncio. Aí do nada, começa a chegar mensagem. Hã? Como assim? Sim, meu coração na hora parou Quando eu fui ver, eu mandei no grupo da sala Não, velho, não
[06:22] E o menino com certeza é dessa sala, né? Ui, me deu vergonha de vergonha de alheia Vergonha assim, de terceiro, sabe? Vergonha assim, que você fica tipo Opa, que dó, que que é isso? Sim, no grupo da sala, com todo mundo
[06:34] Inclusive eu Sempre dá pra piorar, né? Eu juro, senti meu corpo gelar inteiro E eu senti meu corpo gelar inteiro Imagina você Minha mão começou a tremer Eu tentei apagar a frete e eu vi isso E o pior, alguém respondeu Acho que ela tá falando de tudo
[06:47] Olha isso Eu me estomei Pra piorar, o menino mandou Valeu, tô sinceridade Eu não sabia onde enfiar a cara No dia seguinte na escola Todo mundo ficou vendo estranho Teve gente rindo Teve gente cochicheando E ele só melhorou E deu um corretinho
[06:59] Eu passei a refreiteira O que eu tinha visto Que tava ocupada no celular Não olhando pra ninguém Até hoje quando lembro Era evaporar Nunca mais mandei áudio Sem conferir o grupo Umas três vezes Eu achei Que eu ia falar Nunca mais falei mal de ninguém
[07:11] Mas não Eu sempre confio Eu to falando um bapho, eu fico curiosa Mas ai menino, eu fiquei com uma curiosidade genuína E se você estiver vendo esse vídeo, comenta ou me manda um anel, que eu to muito curiosa O menino melhorou, porque ele entendeu o feedback
[07:25] Você foi sincera, ele ficou sabendo, ele sabe que era ele Ele se dedicou inclusive, não tinha nomes mencionados E ele entendeu que era pra ele, então ele sabe no fundo que ele pode melhorar Mas como que nós podemos? Porque se tem um lado positivo, é a possibilidade desse nível melhorar
[07:39] A próxima história, e eu já fiquei muito curiosa E-PODs perdidos e o mistério resolvido. Pois é, bem interessante. Na minha escola, teve uma semana que simplesmente todo mundo começou a aparecer com um E-POD perdido. Primeiro, uma menina achou um no corredor.
[07:52] Aí, outro menino achou outro perto da quadra. Aí, começaram a surgir vários, separados, sempre só de um lado. E era um E-POD caro mesmo. O povo começou a brincar falando que tinha um fancavo da milionária deixando o E-POD pela escola.
[08:04] O que tá acontecendo, véi? Como que o negócio que isso acontece? Só que aí, um menino do nono ano começou a vender os achados no grupo da sala. Tô com muito medo de pra onde essa história tá indo Tipo, é pote esquerdo sem dono 150 reais
[08:16] E o pior é que compravam Até aí, tava engraçado Só que uma semana depois Começou o caos Porque do nada Umas 15 pessoas perceberam que estavam sem arpodes Faz sentido, né? Afinal, se os arpodes estão para ser insumidos Eles estão saindo de algum lugar
[08:29] Provavelmente na caixinha de arpodes de alguém O rosto quem perdeu pode re-comprar de volta Por 150 reais em vista sala Pelo menos o circulado bom E o mais estranho Ninguém lembrava onde perdeu entrevistaram mochila, olharam câmera, fizeram discurso no auditório,
[08:43] clima de pris federal A estranha a parte de j nas c n estariam se enrubando S que porque o que eu tava imaginando era que tinha alguns meninos que estavam roubando Mas bem estranho n Por que que algu vai roubar jogar no ch pra outra pessoa achar e ningu
[08:55] Não faz sentido, né? Começa só a roubar e ninguém... É, mas aí as pessoas poderiam achar e já saberem que quem roubou é quem tá vendendo, né? Isso me lembra do dia que roubaram meu celular na escola. Já ouviu essa história? Acho que não vale a pena, né? Depois eu conto. Se você quer que eu conte a história de quando roubaram meu celular na sala de aula,
[09:09] comenta aqui. Só aparecia um motorcoque caindo, sozinho. Literalmente do bolso das pessoas Aí o mistério virou Como todo mundo tava deixando o Airpod cair Até que um menino percebeu Um padrão Todos que perdiam o Airpod
[09:21] Tinham ido na mesma barraça da festa junina da escola A barraça do corredor do peror Gente, tá virando um negócio muito ardiloso Um negócio meio Stranger Things, sei lá E isso chamava os alunos que organizaram a barraça
[09:33] E um deles começou a rir muito É sempre isso É sempre isso, engraçadinho O idiota tinha comutado um imã industrial gigante escondido num cano da estrada
[09:45] pra fazer um efeito paranormal nos celulares. Como? Por quê? Que efeito paranormal? Não entendi nada! Como que errou um fulmiver gigante? Qual o grande regime? Eu tenho que responder essa pergunta! Ele não puxava o celular inteiro,
[09:57] mas ferrava o encaixe magnético da capinha, relógio e, principalmente, reis de arco-ódio mal fechada. Não é possível! Gente, por quê? As pessoas saíam da barraca correndo de susto. O arco-ódio se capava do bolso sem perceber
[10:10] e depois alguém achava a teleescola. Gente do céu, quem é esse menino aí mãe? Só que ainda não é o pior, quando os pais descobriram, foram olhar de onde o menino tirou o imã Exatamente, é a mesma curiosidade que eu tenho, ele chegou do depósito do pai
[10:25] O pai dele trabalhava com equipamento inicial pesado e estava procurando aquele imã fazia duas semanas Porque era peça de uma máquina de quase 300 mil reais que estava parada Então, como ele pegou um imã gigante de uma máquina que presenta um milionário,
[10:40] levou isso até a escola sem ninguém perceber? Como que o negócio desse é com certo, velho? O menino literalmente causou causa escola, briga de pais no grupo, quase suspensão coletiva e prejuízo numa fábrica por causa de uma barraca de festa de mim.
[10:54] Gente, mas você tem que ser muito empenhado. Esse moleque devia trabalhar com, sei lá, cinema, efeitos especiais de filmes. O cérebro dele funciona de um jeito diferente. Tipo assim, vai pegar uma imã pra dar um jeito pra mim. Dúvida, recuperaram o repódio de todo mundo? Ou ficou por isso mesmo?
[11:09] Às vezes a genialidade aparece nos pequenos detalhes Talvez daqui a alguns anos eles viram cientistas Ou gênero do crime, também não dá pra saber, né? E cara, eu cheguei na conclusão de que os meus inscritos não são normais E tudo bem, eu também não sou, tá tudo certo
[11:21] E se você tem dúvida disso, assiste esse vídeo aqui Em que eu experimento as comidas bizarras que os meus inscritos comem Não foi legal e no final eu testei uma mistureba que eu comia quando eu tinha 13 anos E também foi bem... Que bom
[11:33] E não esqueça de deixar seu like, se inscrever e ativar as notificações.
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